Emerson Gonçalves (Olhar Crônico Esportivo)
terça-feira, 23 de julho de 2013
Emerson Gonçalves
Há lutas que devem ser lutadas, sem a menor dúvida, mas há, também, as lutas que devem ser evitadas.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A Gaiola de Pássaros
George Tomas, um
pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a
colocou no púlpito, e começou a falar.
“Estava andando
pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos
dentro com frio e com medo.”
Eu perguntei:
Menino o que você vai fazer com esses passarinhos?
Ele respondeu:
leva-los para casa tirar as penas e queima-los, vou me divertir com eles.
Quanto você quer
por esses passarinhos menino?
O menino
respondeu: – O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada. São feios!
O pregador os
comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!
Um dia Jesus e
Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra.
Ele respondeu:
Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver,
a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino os jovens a usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve e que os conduzirá a maldição futura!
Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou:
E depois o que você vai fazer com eles?
Vou mata-los e
acabar com eles!
Jesus perguntou:
Quanto você quer por eles?
Satanás
respondeu: você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas,
falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te
amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão
levar em consideração o que você fizer!
Quanto você quer por elas satanás?
Quero toda a tua
lágrima!
Quero todo o teu sangue!
Quero a sua vida!
Trato feito!
A Arma da Resignação
Diz a história que o inferno estava em crise e o diabo estava sendo despejado, então o diabo colocou a venda todas as armas, que ele usava contra a humanidade. Um homem então entrou e começou a comprar as armas, a luxuria, a imoralidade, o ódio, a mentira, a blasfêmia, comprou todas as armas exceto uma que ficava guardada separada das outras, então o homem perguntou para o diabo:
- E está arma?
Respondeu o diabo:
- Está é a resignação e não está a venda, pois com está arma posso fazer com que qualquer um baixe a guarda e não lute mais pelos seus sonhos, e assim continuo a dominar a humanidade.
- E está arma?
Respondeu o diabo:
- Está é a resignação e não está a venda, pois com está arma posso fazer com que qualquer um baixe a guarda e não lute mais pelos seus sonhos, e assim continuo a dominar a humanidade.
João 5, 1-18
sábado, 16 de março de 2013
A magia de Stradivarius
Da genialidade de um artesão italiano do século18 nasceram os mais perfeitos instrumentos de corda de todos os tempos.
Para quem fazia violinos, violas e violoncelos há 300 anos, é incrível que Antonio Stradivari continue insuperável até hoje. Dos quase 1100 instrumentos feitos por ele, pouco mais de 600 chegaram aos nossos dias: são conhecidos como Stradivarius, a versão latinizada do nome do mestre. As peças mais cobiçadas são aquelas fabricadas no chamado “período de ouro” de Stradivari, entre 1700 e 1720.
O célebre luthier (fabricante de instrumentos de corda com caixa de ressonância) nasceu em Cremona, no norte da Itália, por volta de 1644. Antes dele, a cidade já abrigava artesãos conhecidos por fazer os melhores violinos do mundo: o mais antigo desses instrumentos que chegou aos nossos dias foi confeccionado pelo cremonês Andrea Amati em 1564. A técnica era passada de pai para filho e, por quatro gerações, os Amati fizeram grandes instrumentos. O trabalho deles foi ofuscado pelo surgimento de Stradivari. O primeiro Stradivarius de que se tem notícia foi feito em 1666. O artesão viveu até os 93 anos, controlando seu negócio com mão de ferro. Não se preocupou em formar os filhos, e muitos de seus segredos de fabricação morreram com ele.
Os Stradivarius são os instrumentos musicais mais caros do mundo – o recorde em vendas públicas pertence ao violino chamado Christian Hammer, arrematado em Nova York em maio 2006 por 3,54 milhões de dólares (em negociações particulares, os preços podem ir ainda mais alto). Eles são primorosos tanto pela sonoridade magnífica quanto pela forma perfeita. “Um Stradivarius é uma obra de arte, como um quadro. É diferente de qualquer outro violino”, afirma o empresário e músico amador Geraldo Modern, de 93 anos. Alemão, ele vive no Brasil desde 1934 e foi um dos poucos a possuir um Stradivarius por aqui – o dele, já revendido, era de 1709.
Violinos foram modificados, mas mantêm a excelência do fabricante
A principal façanha de Stradivari está na chamada “projeção sonora”: o som de seus violinos alcança facilmente o fundo das salas de concerto. A responsável por isso é a caixa de ressonância, que serve como amplificador: o luthier cremonês inovou ao deixá-la mais plana, quase eliminando a curvatura do tampo e do fundo. Entretanto, como todos os violinos de sua época, os Stradivarius também tiveram que ser adaptados às necessidades dos concertistas contemporâneos – que exigem ainda mais projeção sonora. Assim, os violinos do mestre usados em apresentações tiveram o braço inclinado para trás e deixado paralelo às cordas. Outra mudança foi nas barras harmônicas, substituídas por modelos mais longos e fortes (para suportar a pressão das cordas, hoje mais tensas do que antes). Mesmo transformados, os Stradivarius mantêm seus traços originais inconfundíveis.
Fundo
Há quem diga que o segredo dos violinos do período de ouro do mestre está nas peças de bordo usadas para fazer o fundo das caixas de ressonância. A madeira teria sido embebida em água salgada (de propósito ou por acidente), o que as teria tornado exepcionalmente duráveis.
Etiqueta
Visível através da abertura acústica esquerda, indicava, em latim, o fabricante, a cidade dele e o ano de fabricação. Assim, um Stradivarius feito em 1700 traria a inscrição “Antonius Stradivarius Cremonensis Faciebat Anno 1700”. Para fingir que tinham obras do mestre, comerciantes imitavam essas etiquetas.
Voluta
A voluta serve, basicamente, para pendurar o violino. Assim como as aberturas acústicas, as volutas de Stradivari são magníficos trabalhos de marcenaria. Aparentemente, elas revelam um certo conhecimento matemático, pois lembram os princípios do traçado de espirais descobertos pelo filósofo grego Arquimedes.
Verniz
A receita especial que Stradivari usou para envernizar seus instrumentos permanece desconhecida. No início, ele aplicava o verniz amarelado comum em Cremona. Depois, mudou para um tom vermelho. É possível que esse verniz ajude na sonoridade, mas até hoje não se pôde comprovar como isso acontece.
Aberturas acústicas
Seu formato segue proporções áureas. São estreitas, removendo pouca madeira do tampo. Acabamentos circulares nas pontas evitam que surjam rachaduras. As aberturas estão entre os principais traços analisados por especialistas na hora de distinguir um Stradivarius de uma cópia.
Tampo
Feito de madeira macia, vibra junto com as cordas. Os tampos de Stradivari eram montados a partir de duas peças coladas, tiradas do tronco da árvore como se fossem fatias de bolo. É o chamado “corte radial”, que garante o equilíbrio entre graves e agudos.
Para quem fazia violinos, violas e violoncelos há 300 anos, é incrível que Antonio Stradivari continue insuperável até hoje. Dos quase 1100 instrumentos feitos por ele, pouco mais de 600 chegaram aos nossos dias: são conhecidos como Stradivarius, a versão latinizada do nome do mestre. As peças mais cobiçadas são aquelas fabricadas no chamado “período de ouro” de Stradivari, entre 1700 e 1720.
O célebre luthier (fabricante de instrumentos de corda com caixa de ressonância) nasceu em Cremona, no norte da Itália, por volta de 1644. Antes dele, a cidade já abrigava artesãos conhecidos por fazer os melhores violinos do mundo: o mais antigo desses instrumentos que chegou aos nossos dias foi confeccionado pelo cremonês Andrea Amati em 1564. A técnica era passada de pai para filho e, por quatro gerações, os Amati fizeram grandes instrumentos. O trabalho deles foi ofuscado pelo surgimento de Stradivari. O primeiro Stradivarius de que se tem notícia foi feito em 1666. O artesão viveu até os 93 anos, controlando seu negócio com mão de ferro. Não se preocupou em formar os filhos, e muitos de seus segredos de fabricação morreram com ele.
Os Stradivarius são os instrumentos musicais mais caros do mundo – o recorde em vendas públicas pertence ao violino chamado Christian Hammer, arrematado em Nova York em maio 2006 por 3,54 milhões de dólares (em negociações particulares, os preços podem ir ainda mais alto). Eles são primorosos tanto pela sonoridade magnífica quanto pela forma perfeita. “Um Stradivarius é uma obra de arte, como um quadro. É diferente de qualquer outro violino”, afirma o empresário e músico amador Geraldo Modern, de 93 anos. Alemão, ele vive no Brasil desde 1934 e foi um dos poucos a possuir um Stradivarius por aqui – o dele, já revendido, era de 1709.
Violinos foram modificados, mas mantêm a excelência do fabricante
A principal façanha de Stradivari está na chamada “projeção sonora”: o som de seus violinos alcança facilmente o fundo das salas de concerto. A responsável por isso é a caixa de ressonância, que serve como amplificador: o luthier cremonês inovou ao deixá-la mais plana, quase eliminando a curvatura do tampo e do fundo. Entretanto, como todos os violinos de sua época, os Stradivarius também tiveram que ser adaptados às necessidades dos concertistas contemporâneos – que exigem ainda mais projeção sonora. Assim, os violinos do mestre usados em apresentações tiveram o braço inclinado para trás e deixado paralelo às cordas. Outra mudança foi nas barras harmônicas, substituídas por modelos mais longos e fortes (para suportar a pressão das cordas, hoje mais tensas do que antes). Mesmo transformados, os Stradivarius mantêm seus traços originais inconfundíveis.
Fundo
Há quem diga que o segredo dos violinos do período de ouro do mestre está nas peças de bordo usadas para fazer o fundo das caixas de ressonância. A madeira teria sido embebida em água salgada (de propósito ou por acidente), o que as teria tornado exepcionalmente duráveis.
Etiqueta
Visível através da abertura acústica esquerda, indicava, em latim, o fabricante, a cidade dele e o ano de fabricação. Assim, um Stradivarius feito em 1700 traria a inscrição “Antonius Stradivarius Cremonensis Faciebat Anno 1700”. Para fingir que tinham obras do mestre, comerciantes imitavam essas etiquetas.
Voluta
A voluta serve, basicamente, para pendurar o violino. Assim como as aberturas acústicas, as volutas de Stradivari são magníficos trabalhos de marcenaria. Aparentemente, elas revelam um certo conhecimento matemático, pois lembram os princípios do traçado de espirais descobertos pelo filósofo grego Arquimedes.
Verniz
A receita especial que Stradivari usou para envernizar seus instrumentos permanece desconhecida. No início, ele aplicava o verniz amarelado comum em Cremona. Depois, mudou para um tom vermelho. É possível que esse verniz ajude na sonoridade, mas até hoje não se pôde comprovar como isso acontece.
Aberturas acústicas
Seu formato segue proporções áureas. São estreitas, removendo pouca madeira do tampo. Acabamentos circulares nas pontas evitam que surjam rachaduras. As aberturas estão entre os principais traços analisados por especialistas na hora de distinguir um Stradivarius de uma cópia.
Tampo
Feito de madeira macia, vibra junto com as cordas. Os tampos de Stradivari eram montados a partir de duas peças coladas, tiradas do tronco da árvore como se fossem fatias de bolo. É o chamado “corte radial”, que garante o equilíbrio entre graves e agudos.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Frases de Sherlock Holmes
Sherlock Holmes é um dos personagens literários mais conhecidos e
aclamados de todos os tempos. A fama do detetive e de seu melhor amigo Watson ultrapassa
gerações e encanta públicos de todas as idades.
A prova disso é a grande procura dos livros de Arthur Conan Doyle e
dos contos com Sherlock.
Veja algumas frases:
“Você vê, mas não observa”
”Quando você elimina o impossível, o
que restar, não importa o quão improvável, deve ser a verdade.”
“O crime é comum, a lógica é rara!” -Filme Sherlock Holmes (2009)
“Eu sou um cérebro, Watson. O resto é mero
apêndice.”
“Passo minha vida procurando escapar das coisas
banais e corriqueiras da existência”
“Elementar, meu caro Watson”
“Todos os problemas se tornam infantis, depois de
explicado.”
“O mau gosto acaba levando ao crime”
“A tentação de formar teorias prematuras sobre
dados insuficientes é o veneno de nossa profissão.”
“Não há tolos mais incômodos do que aqueles que têm
espírito.”
“Para uma mente ampla, nada é pequeno.”
“Para o homem que segue a arte por amor à própria
arte, é freqüentemente de suas manifestações menos importantes e mais simples
que deriva o maior prazer.”
“É comum vermos os homens zombarem do que não podem
compreender.”
“Pena que a Natureza fizesse de ti um só indivíduo.
Porque havia matéria para um homem digno e para um patife.”
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Cão de Pavlov
Um célebre médico russo do início do século 20, chamado Ivan Pavlov, treinou cachorros para que eles ficassem com água na boca sem que houvesse nenhuma comida por perto. A coisa funcionava assim: toda vez que os bichos eram alimentados, o médico tocava uma sineta. Com o tempo, os cães começaram a associar as badaladas à comida. E chegavam a babar famintos só de ouvir o sino, mesmo que o prato deles estivesse vazio. Muitos podem lembrar que já ensinaram truques parecidos para seus cãozinhos, mas a experiência de Pavlov tinha um propósito bem mais nobre do que disciplinar o melhor amigo do homem. A idéia do médico russo era propor uma novidade científica: os reflexos condicionados.
Os seres vivos já nascem com certos reflexos - em outras palavras, são programados para terem determinadas reações diante de situações específicas. Se um surfista no mar tromba com um tubarão, por exemplo, seus músculos ficam tensos e sua atenção, pra lá de redobrada. Afinal, o corpo dele concentra energia automaticamente para fugir daquela ameaçadora boca cheia de dentes. Isso é uma amostra clássica de um reflexo natural. O que Pavlov descobriu é que esses reflexos também podem ser criados do nada, sem um motivo concreto para eles entrarem em ação, além de não funcionarem apenas com animais. Lembra o filme Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975? Sempre tocava a mesma trilha sonora de suspense antes de o tubarão-protagonista atacar algum personagem. Chega uma hora no filme em que as notas musicais, sozinhas, já metem medo nos espectadores, mesmo que nem haja um tubarão na cena.
"Os espectadores, nesse caso, reagem como os cães de Pavlov: ficam tensos ao ouvir a música quando percebem, ao longo do filme, que ela indica morte", diz o psicólogo Edward Kardas, da Universidade Southern Arkansas, nos Estados Unidos. Enfim, Pavlov descobriu que esse tipo de condicionamento pode ser a base do comportamento humano. E de vários problemas da nossa mente. Segundo ele, os psicóticos sofreriam mais do que as pessoas comuns justamente por causa do condicionamento. Por algum motivo, eles perceberiam qualquer estímulo externo, como um singelo "bom-dia!", como uma forma de agressão. As pesquisas do médico russo também chegaram a lugares bem distantes dos consultórios. A própria publicidade usa essas descobertas a seu favor. Por exemplo: quando algum comercial tenta associar a idéia de liberdade com a imagem de uma marca de cigarro ou a de felicidade com uma rede de fast-food, as idéias do russo estão lá, bem no fundo.
Afinal, como os cães de Pavlov, nós também podemos ser treinados para babar à toa...
Os seres vivos já nascem com certos reflexos - em outras palavras, são programados para terem determinadas reações diante de situações específicas. Se um surfista no mar tromba com um tubarão, por exemplo, seus músculos ficam tensos e sua atenção, pra lá de redobrada. Afinal, o corpo dele concentra energia automaticamente para fugir daquela ameaçadora boca cheia de dentes. Isso é uma amostra clássica de um reflexo natural. O que Pavlov descobriu é que esses reflexos também podem ser criados do nada, sem um motivo concreto para eles entrarem em ação, além de não funcionarem apenas com animais. Lembra o filme Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975? Sempre tocava a mesma trilha sonora de suspense antes de o tubarão-protagonista atacar algum personagem. Chega uma hora no filme em que as notas musicais, sozinhas, já metem medo nos espectadores, mesmo que nem haja um tubarão na cena.
"Os espectadores, nesse caso, reagem como os cães de Pavlov: ficam tensos ao ouvir a música quando percebem, ao longo do filme, que ela indica morte", diz o psicólogo Edward Kardas, da Universidade Southern Arkansas, nos Estados Unidos. Enfim, Pavlov descobriu que esse tipo de condicionamento pode ser a base do comportamento humano. E de vários problemas da nossa mente. Segundo ele, os psicóticos sofreriam mais do que as pessoas comuns justamente por causa do condicionamento. Por algum motivo, eles perceberiam qualquer estímulo externo, como um singelo "bom-dia!", como uma forma de agressão. As pesquisas do médico russo também chegaram a lugares bem distantes dos consultórios. A própria publicidade usa essas descobertas a seu favor. Por exemplo: quando algum comercial tenta associar a idéia de liberdade com a imagem de uma marca de cigarro ou a de felicidade com uma rede de fast-food, as idéias do russo estão lá, bem no fundo.
Afinal, como os cães de Pavlov, nós também podemos ser treinados para babar à toa...
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