sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Origem do termo "erro crasso"

Em 59 a.C, o poder em Roma foi dividido entre três figuras: Júlio César, Pompeu Magnus e Marco Licinius Crasso. Enquanto os dois primeiros eram notáveis generais, que ampliaram os domínios romanos, Crasso era mais conhecido pela sua riqueza do que por seu talento militar: César conquistou a Gália (França), Pompeu dominou a Hispânia (Península Ibérica) e Jerusalém, por exemplo. Crasso tinha, assim, uma idéia fixa: conquistar os Partos, um povo persa cujo império ocupava, na época, boa parte do Oriente Médio - Irã, Iraque, Armênia e outros.
À frente de sete legiões, ou 50 mil soldados, confiou demais na superioridade numérica de suas tropas. Abandonou as táticas militares romanas e tentou atacar simplesmente - na ânsia de chegar logo ao inimigo, cortou caminho por um vale estreito, de pouca visibilidade. As saídas do vale, então, foram ocupadas pelos partos e o exército romano foi dizimado - quase todos os 50 mil morreram, incluindo Crasso.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Frase Clube do Imperador

A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre.

Aristófanes

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

DISCURSO DO FUNDADOR DO WAL MART - SAM WALTDON

Discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.

" Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Engana-se.
Sabe quem eu sou?
EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas  a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA".
"CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."
(WAL MART É A MAIOR REDE DE VAREJO DO MUNDO)

Frase

Compre barato, venda barato, mantenha as prateleiras bem sortidas, trate os clientes com respeito, valorize seus colaboradores e preste muita atenção aos acertos da concorrência.

Sam Walton

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pastor que se Vestiu de Mendigo

O pastor Jeremias Steepek se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam “oi” para ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo e não o convidaram para entrar. Ele então entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.
Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anúncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congregação: “Gostaríamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek”. As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:
“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.”
Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então: “Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?”. Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: “Até semana que vem”! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas.
(Essa história não é verdadeira mais serve como ilustração)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Emerson Gonçalves

Há lutas que devem ser lutadas, sem a menor dúvida, mas há, também, as lutas que devem ser evitadas. 
Emerson Gonçalves (Olhar Crônico Esportivo)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A Gaiola de Pássaros

George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no púlpito, e começou a falar.

“Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo.”

Eu perguntei: Menino o que você vai fazer com esses passarinhos?
Ele respondeu: leva-los para casa tirar as penas e queima-los, vou me divertir com eles.

Quanto você quer por esses passarinhos menino?
O menino respondeu: – O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada. São feios!

O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!

Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra.
Ele respondeu: Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino os jovens a usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve e que os conduzirá a maldição futura!
Estou me divertindo muito com eles!

Jesus perguntou: E depois o que você vai fazer com eles?
Vou mata-los e acabar com eles!

Jesus perguntou: Quanto você quer por eles?

Satanás respondeu: você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!

Quanto você quer por elas satanás?
Quero toda a tua lágrima!
Quero todo o teu sangue!
Quero a sua vida!

Trato feito!


A Arma da Resignação

Diz a história que o inferno estava em crise e o diabo estava sendo despejado, então o  diabo colocou a venda todas as armas, que ele usava contra a humanidade. Um homem então entrou e começou a comprar as armas, a luxuria, a imoralidade, o ódio, a mentira, a blasfêmia, comprou todas as armas exceto  uma que ficava guardada separada das outras, então o homem perguntou para o diabo:
- E está  arma?
Respondeu o diabo:
- Está é a resignação e  não está a venda, pois com está arma posso fazer com que qualquer um baixe a guarda e não lute mais pelos seus sonhos, e assim continuo a dominar a humanidade.

João 5, 1-18



sábado, 16 de março de 2013

A magia de Stradivarius

Da genialidade de um artesão italiano do século18 nasceram os mais perfeitos instrumentos de corda de todos os tempos. 

Para quem fazia violinos, violas e violoncelos há 300 anos, é incrível que Antonio Stradivari continue insuperável até hoje. Dos quase 1100 instrumentos feitos por ele, pouco mais de 600 chegaram aos nossos dias: são conhecidos como Stradivarius, a versão latinizada do nome do mestre. As peças mais cobiçadas são aquelas fabricadas no chamado “período de ouro” de Stradivari, entre 1700 e 1720.

O célebre luthier (fabricante de instrumentos de corda com caixa de ressonância) nasceu em Cremona, no norte da Itália, por volta de 1644. Antes dele, a cidade já abrigava artesãos conhecidos por fazer os melhores violinos do mundo: o mais antigo desses instrumentos que chegou aos nossos dias foi confeccionado pelo cremonês Andrea Amati em 1564. A técnica era passada de pai para filho e, por quatro gerações, os Amati fizeram grandes instrumentos. O trabalho deles foi ofuscado pelo surgimento de Stradivari. O primeiro Stradivarius de que se tem notícia foi feito em 1666. O artesão viveu até os 93 anos, controlando seu negócio com mão de ferro. Não se preocupou em formar os filhos, e muitos de seus segredos de fabricação morreram com ele.

Os Stradivarius são os instrumentos musicais mais caros do mundo – o recorde em vendas públicas pertence ao violino chamado Christian Hammer, arrematado em Nova York em maio 2006 por 3,54 milhões de dólares (em negociações particulares, os preços podem ir ainda mais alto). Eles são primorosos tanto pela sonoridade magnífica quanto pela forma perfeita. “Um Stradivarius é uma obra de arte, como um quadro. É diferente de qualquer outro violino”, afirma o empresário e músico amador Geraldo Modern, de 93 anos. Alemão, ele vive no Brasil desde 1934 e foi um dos poucos a possuir um Stradivarius por aqui – o dele, já revendido, era de 1709.

Violinos foram modificados, mas mantêm a excelência do fabricante

A principal façanha de Stradivari está na chamada “projeção sonora”: o som de seus violinos alcança facilmente o fundo das salas de concerto. A responsável por isso é a caixa de ressonância, que serve como amplificador: o luthier cremonês inovou ao deixá-la mais plana, quase eliminando a curvatura do tampo e do fundo. Entretanto, como todos os violinos de sua época, os Stradivarius também tiveram que ser adaptados às necessidades dos concertistas contemporâneos – que exigem ainda mais projeção sonora. Assim, os violinos do mestre usados em apresentações tiveram o braço inclinado para trás e deixado paralelo às cordas. Outra mudança foi nas barras harmônicas, substituídas por modelos mais longos e fortes (para suportar a pressão das cordas, hoje mais tensas do que antes). Mesmo transformados, os Stradivarius mantêm seus traços originais inconfundíveis.

Fundo

Há quem diga que o segredo dos violinos do período de ouro do mestre está nas peças de bordo usadas para fazer o fundo das caixas de ressonância. A madeira teria sido embebida em água salgada (de propósito ou por acidente), o que as teria tornado exepcionalmente duráveis.

Etiqueta

Visível através da abertura acústica esquerda, indicava, em latim, o fabricante, a cidade dele e o ano de fabricação. Assim, um Stradivarius feito em 1700 traria a inscrição “Antonius Stradivarius Cremonensis Faciebat Anno 1700”. Para fingir que tinham obras do mestre, comerciantes imitavam essas etiquetas.

Voluta

A voluta serve, basicamente, para pendurar o violino. Assim como as aberturas acústicas, as volutas de Stradivari são magníficos trabalhos de marcenaria. Aparentemente, elas revelam um certo conhecimento matemático, pois lembram os princípios do traçado de espirais descobertos pelo filósofo grego Arquimedes.

Verniz

A receita especial que Stradivari usou para envernizar seus instrumentos permanece desconhecida. No início, ele aplicava o verniz amarelado comum em Cremona. Depois, mudou para um tom vermelho. É possível que esse verniz ajude na sonoridade, mas até hoje não se pôde comprovar como isso acontece.

Aberturas acústicas

Seu formato segue proporções áureas. São estreitas, removendo pouca madeira do tampo. Acabamentos circulares nas pontas evitam que surjam rachaduras. As aberturas estão entre os principais traços analisados por especialistas na hora de distinguir um Stradivarius de uma cópia.

Tampo

Feito de madeira macia, vibra junto com as cordas. Os tampos de Stradivari eram montados a partir de duas peças coladas, tiradas do tronco da árvore como se fossem fatias de bolo. É o chamado “corte radial”, que garante o equilíbrio entre graves e agudos.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Frases de Sherlock Holmes


Sherlock Holmes é um dos personagens literários mais conhecidos e aclamados de todos os tempos. A fama do detetive e de seu melhor amigo Watson ultrapassa gerações e encanta públicos de todas as idades.
A prova disso é a grande procura dos livros de Arthur Conan Doyle e dos contos com Sherlock.
Veja algumas frases:  

“Você vê, mas não observa”
  
  ”Quando você elimina o impossível, o que restar, não importa o quão improvável, deve ser a verdade.”

“O crime é comum, a lógica é rara!” -Filme Sherlock Holmes (2009)
  
“Eu sou um cérebro, Watson. O resto é mero apêndice.”

“Passo minha vida procurando escapar das coisas banais e corriqueiras da existência”

“Elementar, meu caro Watson”

“Todos os problemas se tornam infantis, depois de explicado.”

“O mau gosto acaba levando ao crime”

“A tentação de formar teorias prematuras sobre dados insuficientes é o veneno de nossa profissão.”

“Não há tolos mais incômodos do que aqueles que têm espírito.”

“Para uma mente ampla, nada é pequeno.”

“Para o homem que segue a arte por amor à própria arte, é freqüentemente de suas manifestações menos importantes e mais simples que deriva o maior prazer.”

“É comum vermos os homens zombarem do que não podem compreender.”
  
“Pena que a Natureza fizesse de ti um só indivíduo. Porque havia matéria para um homem digno e para um patife.”



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cão de Pavlov

Um célebre médico russo do início do século 20, chamado Ivan Pavlov, treinou cachorros para que eles ficassem com água na boca sem que houvesse nenhuma comida por perto. A coisa funcionava assim: toda vez que os bichos eram alimentados, o médico tocava uma sineta. Com o tempo, os cães começaram a associar as badaladas à comida. E chegavam a babar famintos só de ouvir o sino, mesmo que o prato deles estivesse vazio. Muitos podem lembrar que já ensinaram truques parecidos para seus cãozinhos, mas a experiência de Pavlov tinha um propósito bem mais nobre do que disciplinar o melhor amigo do homem. A idéia do médico russo era propor uma novidade científica: os reflexos condicionados.

Os seres vivos já nascem com certos reflexos - em outras palavras, são programados para terem determinadas reações diante de situações específicas. Se um surfista no mar tromba com um tubarão, por exemplo, seus músculos ficam tensos e sua atenção, pra lá de redobrada. Afinal, o corpo dele concentra energia automaticamente para fugir daquela ameaçadora boca cheia de dentes. Isso é uma amostra clássica de um reflexo natural. O que Pavlov descobriu é que esses reflexos também podem ser criados do nada, sem um motivo concreto para eles entrarem em ação, além de não funcionarem apenas com animais. Lembra o filme Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975? Sempre tocava a mesma trilha sonora de suspense antes de o tubarão-protagonista atacar algum personagem. Chega uma hora no filme em que as notas musicais, sozinhas, já metem medo nos espectadores, mesmo que nem haja um tubarão na cena.

"Os espectadores, nesse caso, reagem como os cães de Pavlov: ficam tensos ao ouvir a música quando percebem, ao longo do filme, que ela indica morte", diz o psicólogo Edward Kardas, da Universidade Southern Arkansas, nos Estados Unidos. Enfim, Pavlov descobriu que esse tipo de condicionamento pode ser a base do comportamento humano. E de vários problemas da nossa mente. Segundo ele, os psicóticos sofreriam mais do que as pessoas comuns justamente por causa do condicionamento. Por algum motivo, eles perceberiam qualquer estímulo externo, como um singelo "bom-dia!", como uma forma de agressão. As pesquisas do médico russo também chegaram a lugares bem distantes dos consultórios. A própria publicidade usa essas descobertas a seu favor. Por exemplo: quando algum comercial tenta associar a idéia de liberdade com a imagem de uma marca de cigarro ou a de felicidade com uma rede de fast-food, as idéias do russo estão lá, bem no fundo.

Afinal, como os cães de Pavlov, nós também podemos ser treinados para babar à toa...

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Navalha de Occam

A Navalha de Occam ou Navalha de Ockham é um princípio lógico atribuído ao lógico e frade franciscano inglês William de Ockham (século XIV).

O princípio afirma que a explicação para qualquer fenómeno deve assumir apenas as premissas estritamente necessárias à explicação do fenómeno e eliminar todas as que não causariam qualquer diferença aparente nas predições da hipótese ou teoria. O princípio é frequentemente designado pela expressão latina Lex Parsimoniae (Lei da Parcimónia) enunciada como:"entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem" (as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade).

Esta formulação é muitas vezes parafraseada como "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor".

O princípio recomenda assim que se escolha a teoria explicativa que implique o menor número de premissas assumidas e o menor número de entidades.

Originalmente um princípio da filosofia reducionista do nominalismo, é hoje tido como uma das máximas heurísticas (regra geral) que aconselham economia, parcimónia e simplicidade, especialmente nas teorias científicas.
 

"Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" 


William de Ockham 

sábado, 27 de outubro de 2012


O Herdeiro Legítimo

Um israelita rico, que vivia em sua bela propriedade, para além de Ascalon, muito longe de Jerusalém, tinha um filho único, que mandou para a Cidade Santa a fim de se educar. Durante a ausência do jovem, o pai adoeceu repentinamente. Vendo a morte aproximar-se, fez o seu testamento pelo qual instituiu como seu universal herdeiro a um escravo ascalonita, de sua confiança, com a cláusula que a seu filho seria permitido escolher da rica propriedade uma coisa, e uma coisa só, que ele quisesse. Assim que o seu senhor e dono morreu, o escravo, exultando de alegria, por se sentir proprietário das casas, terras e rebanhos, correu a Jerusalém para informar o filho do que se tinha passado, e mostrar-lhe o testamento.
O jovem israelita ficou possuído do maior desgosto ao ouvir essa notícia inesperada, rasgou o fato, pôs cinzas na cabeça e chorou a morte do pai, que amava ternamente, e cuja memória ainda respeitava. Quando os primeiros arrebatamentos de sua dor tinham passado e os dias de luto acabaram, o jovem encarou seriamente a situação em que se encontrava. Nascido na opulência e criado na expectativa   de receber, pela morte do pai, as propriedades a que tinha direito, viu ou imaginou ver as suas esperanças perdidas e as suas perspectivas malogradas.
Nesse estado de espírito, foi ter com o seu professor, um rabi afamado pela sua piedade e sabedoria, deu-lhe a conhecer a causa de sua aflição e fê-lo ler o testamento; e na amargura do seu desgosto atreveu-se a desabafar os seus pensamentos — que o pai, fazendo tal testamento, e dispondo tão singularmente de seus bens, não tinha mostrado bom senso nem amizade pelo filho.

— Não digas nada contra teu pai, meu jovem amigo — declarou o piedoso rabi — teu pai era ao mesmo tempo um homem dotado de grande sabedoria e a ti, especialmente, de uma dedicação sem limites. A prova mais evidente é este   admirável testamento.

— Este testamento! — exclamou o jovem torcendo os lábios em expressão de amargura. — Este deplorável testamento! Convencido estou, ó rabi!, de que não falas agora com o discernimento de um homem esclarecido. Praticou meu pai uma injustiça. Não vejo sabedoria em conferir os seus bens a um escravo, nem amizade em despojar seu filho único dos seus direitos legítimos, de acordo com o Torah.

— Teu pai nada disso fez! — rebateu com segurança o Mestre — Mas, como pai justo e afetuoso, garantiu-te, nos termos deste testamento a propriedade plena de tudo, casas, terras e rebanhos, se tiveres o bom senso de interpretar com acerto as cláusulas testamentárias.

— Como? Como? — perguntou o jovem, com o maior espanto. — Como é isso? Cabe-me a propriedade integral? Na verdade, não compreendo!

— Escuta, então — acudiu o rabi. — Escuta, meu filho, e terás muito para admirar a prudência de teu pai. E no coração do prudente repousa a sabedoria. Quando viu teu bondoso pai a morte aproximar-se, e certo de que teria de seguir o caminho que todos seguem mais cedo ou mais tarde, pensou de si para consigo: “Hei de morrer; meu filho está longe demais para tomar posse imediata de minha propriedade; os meus escravos, assim que se certificarem de minha morte, saquearão a minha casa e, para evitar serem descobertos, hão de esconder a minha morte a meu querido filho e, assim, privá-lo até da triste consolação de chorar por mim”.

— Para evitar que a propriedade sofresse dano — prosseguiu o rabi — teve teu saudoso pai uma idéia genial. Deixou todos os bens a um escravo, que, decerto, teria o maior interesse em tomar conta de tudo e zelar pela segurança de todos os bens. Para evitar que o escravo, homem de sua confiança, conservasse, em sigilo, a morte do amo, estabeleceu a condição que poderias escolher qualquer coisa da propriedade. O escravo, pensou ele, para assegurar o seu, aparentemente legítimo direito, não deixaria de te informar, como de fato ele o fez, do que acontecera.

— Mas, então — teimou o jovem, um pouco impaciente — que proveito tirarei de tudo isso? Qual é a vantagem que poderá resultar para mim? O escravo ascalonita não me restituirá, com certeza, a propriedade de que tão injustamente fui despojado! Ficará, como determinou meu pai, dono das terras e dos rebanhos.

O judicioso rabi respondeu com serenidade:
— Vejo que a Sabedoria reside apenas nos espíritos amadurecidos pela idade. Sabes que tudo quanto um escravo possui pertence ao seu dono legítimo? E teu pai não te deu a faculdade de escolher, dos seus bens, isto é, da herança, qualquer coisa que quisesses? O que te impede de escolher aquele próprio escravo ascalonita como parte que te pertence? E possuindo-o, terás, de acordo com a Lei, pleno direito à propriedade toda. Sem dúvida era esta a intenção de teu pai.

O jovem israelita, admirando a prudência e a sabedoria do pai, tanto como a argúcia e a ciência do seu Mestre, aprovou a idéia. Nos termos do testamento, e na presença de um juiz, escolheu o escravo como sua parte e tomou posse imediata de toda a herança. Depois do que, concedeu liberdade ao escravo, que foi, além disso, agraciado com rico presente. (...)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Houve certa vez um criminoso de nome Charlie Peace. Não tinha respeito nem pelas leis de deus nem pelas dos homens. Mas afinal um dia foi preso e condenado à morte. No dia de sua execução, foi levado ao corredor da morte na penitenciária de Armley Leeds na Inglaterra. A sua frente ia o capelão da prisão, lendo versículos da Bíblia em voz monótona e desinteressada. O criminoso tocou-lhe no ombro e indagou o que estava lendo. “A vida eterna e o inferno”, replicou o sacerdote.” Charlie Peace ficou chocado de ver como ele lia aqueles textos acerca do inferno de maneira tão mecânica. Como alguém podia ser tão morno, a ponto de conduzir outro para a forca, sem emoção alguma, lendo-lhe palavras sobre um abismo profundo no qual o condenado estava prestes a tombar? Será que aquele pregador cria de fato que existe o fogo do inferno, que arde incessantemente, e nunca consome suas vítimas, já que lia tudo sem ao menos estremecer? Seria humanos um indivíduo capaz de dizer a outro mornamente: “Você estará morrendo eternamente, sem nunca conhecer o alívio que a morte poderia dar-lhe” ? Aquilo foi demais para Peace, e ele se pôs a pregar. Veja só o sermão que pregou no próprio em que caminha para o inferno.

“Senhor”, disse, dirigindo-se ao capelão, “ se eu acreditasse nisso em que você e a igreja dizem crer, andaria por toda a Inglaterra, só para salvar uma alma, e, se preciso fosse, iria de joelhos, mesmo que a superfície dela fosse recoberta de cacos de vidros, e acharia que teria valido a pena”.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Bill Hybels

William Hybels (nascido em 12 dezembro de 1951, Kalamazoo , Michigan ) é o fundador e sênior pastor da Willow Creek Community Church em South Barrington , Illinois , uma das igrejas mais assistidos em América do Norte , com uma freqüência média de quase 24 mil a partir de 2011 .A igreja foi classificada como a igreja mais influente da América para os últimos anos em uma pesquisa nacional de pastores.Ele é o fundador da Willow Creek Association e criador da Cúpula de Liderança Global . Hybels é também autor de muitos  livros  cristãos , especialmente sobre o tema do cristão liderança.

“Quando um líder parar de aprender, deve parar de liderar.”
Pr. Bill Hybels
 
“Seu trabalho dado por Deus não é apenas presidir sobre alguma coisa, não é mostrar aos seus subordinados o quanto você é esperto, nem apenas preservar a organização da morte gradual. Seu trabalho é mover pessoas de um lugar para outro”.
Pr. Bill Hybels. 

“A ansiedade é o resultado natural de centralizarmos as nossas esperanças em qualquer coisa menor que Deus e sua vontade para nós.” (Billy Graham) 

“Ter caráter é ser quem você é quando ninguém está olhando.” (Bill Hybels) 

Frases

“Quando à noite não consegue dormir, pare de contar ovelhas e converse com o pastor.” (Lorice Daccache)

“A primeira condição para ser alguma coisa é não querer ser tudo ao mesmo tempo.” (Autor Desconhecido)


“Eu não tenho problema com igrejas, desde que elas não interfiram no trabalho de Deus.” (Brooks Atkinson)

“De fato, o cristianismo é velho, cada vez mais velho, ano após ano. No entanto, ele é também novo, cada vez mais novo, manhã após manhã.” (John R. W. Stott)

“Dêem-me cem homens que a nada mais temam senão o pecado e a nada mais desejem senão a Deus, e não importará se eles são clérigos ou leigos, garanto-lhe que sacudirão as portas do inferno e edificarão o Reino de Deus sobre a terra.” (John Wesley)

“O cristianismo começa onde a religião termina - com a ressurreição.” (William Mcfee)

terça-feira, 10 de julho de 2012

José Satírio dos Santos


Em 1974, José Satírio dos Santos era um evangelista de tempo integral na Assembleia de Deus de Tupã, São Paulo. Residia no porão da igreja sede. De dia cuidava de uma chácara, e à noite auxiliava na igreja. Foi num domingo, depois do culto à noite, estando em casa com a família, que José Satírio teve uma experiência da qual nunca imaginara. Depois de todos deitarem-se, ele ajoelhou-se para orar ao lado de sua cama, como de costume. Aconteceu que, naquela oração, uma força estranha o envolveu e ele sentiu-se transportado a uma grande velocidade indo parar no alto de uma montanha. Encontrou-se no meio de uma rua, cortada adiante por uma avenida, onde viu homens trabalhando e quando viram-no, levantaram-se e um deles o saudou: “Bem-vindo à Colômbia, irmão José!” “Fizeste bem em vir aqui”, disse o homem. “Há um grande trabalho que Ele quer realizar, e o fará através de ti”. José Satírio acompanhou-o depois para conhecer a cidade. Chegaram a uma casa, onde entraram, e sentaram-se à mesa. Uma mocinha trouxe café com leite, pão, queijo e manteiga. Oraram dando graças pela refeição. Num dado momento uma espécie de pergaminho, surgido do nada, desenrolou-se em sua frente. Estava escrito em grandes letras luminosas: “Deus, eu vi uma terra feliz!”. Naquele momento as imagens da visão começaram a confundir-se e o irmão Satírio voltava de sua visão. Ainda chegou a ouvir a expressão da moça: “Colômbia!”


Ao tomar consciência de que estava novamente em seu quarto, por um instante imaginou ter adormecido durante a oração. Havia se passado pouco mais de uma hora. Para entender de que tivera mesmo uma revelação de Deus, a prova foi: havia pão e queijo de verdade em sua boca!


Temeroso, perguntou ao Senhor o que estava acontecendo. Teria ele sido transladado até a Colômbia? O Senhor dissera: “Eu sou o mesmo. O que transportou Filipe também transportou a ti”.


Tempos mais tarde, José Satírio dos Santos e sua família rumavam para a Colômbia, onde plantou uma obra que frutificou milagrosamente!


O que eu faria se tivesse um milhão de dólares!

Em 1890, um jovem pastor de nome Gunsaulus, anunciou nos jornais de Chicago que pregaria, numa manhã, de domingo, um sermão sobre o seguinte tema:

O que eu faria se tivesse um milhão de dólares

Este anúncio atraiu o olhar de Philip D. Armour, o rei dos frigoríficos, que decidiu ir ouvir o sermão, no qual o Dr. Gunsaulus traçou o plano de uma grande escola técnica, onde moças e rapazes aprendessem a vencer na vida, por meio do desenvolvimento da habilidade de pensar, em termos mais práticos do que teóricos; uma escola onde “aprendessem fazendo”. “Se eu tivesse um milhão de dólares - disse o jovem pregador - fundaria uma escola assim.” Depois do sermão o Sr. Armour aproximou-se do púlpito e, apresentando-se ao pregador, disse-lhe: “Acredito que seja um jovem capaz de fazer o que diz. Vá ao meu escritório, amanhã cedo, e eu lhe darei o milhão de dólares de que precisa.”

Há sempre fartura de capital à disposição dos que podem traçar planos práticos para serem levados a efeito.

Foi este o início do Armour Institute of Technology, uma das maiores escolas práticas da América do Norte. A escola nasceu pois da imaginação de um rapaz cujo nome nunca ultrapassaria os limites da comunidade em que pregava, se não fosse essa “imaginação” e mais o capital de Philip D. Armour.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Charles Chaplin


Na primeira década do século XX Charles Chaplin ganhou imensa popularidade e uma infinidade de "Chaplinistas" percorriam os circos e teatros ganhando a vida ao imitar o gênio do humor do cinema mudo. Tantos imitadores levaram a vários concursos, inclusive um nacional, nos Estados Unidos nos quais premiavam a quem melhor realizasse a imitação de seu alterego, Carlitos.

Durante uma de suas viagens a São Francisco, Chaplin ficou sabendo da existência de um destes concursos, e seduzido pela idéia se inscreveu de imediato. Incrivelmente o resultado foi desastroso, não passou da primeira rodada e os juízes lhe deram uma das piores qualificações de sua rodada.

Posteriormente, numa entrevista realizada para o Chicago Herald em 15 de Julio de 1915 Chaplin relatou a história com grande ironia e comentou que: "tentei ensinar como Carlitos caminhava já que os participantes faziam de uma forma muito caricata e exagerada".

Não obstante, para o júri Chaplin não era suficientemente bom imitando a Chaplin e o prêmio foi outorgado a um homem de nome Milton Berle.